SOCIALIZANDO

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UM CARA PARECIDO COMIGO!

segunda-feira, 19 de junho de 2017

                              Parecido


Vivo por aqui mesmo, é o meio que mais gosto de viver, não é um hábito, até por que não consegui alcançar o romance         ( vida é trabalho e trabalho é vida ) meu trabalho é só meu sustento e ponto; minha esposa sempre diz ao contrário.

 Essa vida pelos meios das letras, invento frases e parágrafos que os meus amigos não entendem, de qualquer forma, por tentarem, já me cativa a gentileza, é meu sustento em verdade, como sou e o que procuro, as letras dizem.

Vivo demais por aqui, só não sou muito adepto das passarelas escriturais da literatura do amor.

São Dois pontos: Não escrevo sobre mim e nem sobre amor, parece, mas não escrevo. Sempre prefiro opinião alheia sobre algo que tento escrever, me conheço ( auto crítica ) severa, aí me acho chato. 

Prefiro saber de alguém que me ache assim, assim, um pouco melhor, do que meu velho espelho.

Complico, sei disso, os meus pensamentos que jogo no papel, pois bem; são meus, são estranhos mesmos meu colega! Mas... São autênticos.

Gosto de pensar que escrever me ajuda, me orienta, tira meu sono e compensa minha timidez, me confessa, me adianta e viaja comigo. Escrever é um fato meu, e um fardo que garanto não pesar kkk e sim pensar, mais alto , claro, e nunca voltar para o mesmo tamanho o qual eu fui certa vez antes da cerveja relaxante.

Como disse, não escrevo sobre mim, não me acho tão perfeito para isso, mas as críticas... essas me deixam felizes. Gosto de quem pensa em mim. Alias, crítica não é raiva.

Em meio a tudo que escrevo e penso, transporto o que me emociona para alguém, isso sempre. Mário Quintana um dia disse : " Não há uma vírgula que escrevo que não seja sobre mim, que eu não esteja nela. ". Isso sim é maravilhoso, estar naquilo que se escreva, não fisicamente, não nas palavras, ainda que não seja na ideia. Porém você está ali, aquilo é seu, é sua propagação, é seu compartilhamento, sua responsabilidade de plantar uma visão para quem dedica um tempo a você, a sua arte, o seu poder de imaginar e fabricar letras.

Então.... por final...não escrevo sobre mim. Talvez, só sobre alguém um pouco parecido.

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Ladrões da felicidade



Em um descuido da escuta, foi pronunciado esse pensamento, essa frase ( Ladrões da felicidade) . Alguém supostamente interessado na felicidade, pescou, tomou pra si e repassou, nota se que felicidade, afeto e conhecimento, sempre devem ser compartilhado. Isso os amplia, ressurge, vai e volta.

 Um ladrão nunca é bem visto, nunca é  apadrinhado de uma recepção positiva, afinal , ladrão é ladrão; e com uma atenuante grave nos dias atuais. Um ladrão de felicidade é duplamente ou até mais vezes desonesto. A felicidade é algo raro, complexo e de estado, ela não está sempre, você encontra se feliz apenas em algum momento ( estado ) não "É" o senhor feliz, não se é feliz quando se quer, e sim quando se possa sentir.

Todo produto raro tende a ser arquivado, escondido, preso e atmosfericamente envolvido de medo, medo da sua cópia falsa, do seu subtrair, da sua troca.

 Felicidade não difere disso, é um estado único, não diário, hoje acontece e quando novamente.... só os astros sabem. Roubá lá, levá la , obstruí lá, é uma ato grave, vil e de praxe cruel do ladrão de felicidade, seja sua ou alheia.

Velhos, resmungão, tolo, ausente de positividade... tem ficha longa na carceragem . São Ladrões da felicidade conhecidos, sempre por perto, sempre querendo voltar ao casulo, se sentem bem presos, roubam com prazer, para serem fortes somente necessitam do descuido, da atenção ao que não engrandece, do fútil e da vida morna.

Ladrões... Ladrões...sejam amaldiçoados ; queiram não existir. Nem sempre é simples ter a felicidade como aliada.

domingo, 5 de junho de 2016

Parecido

                               


Vivo por aqui mesmo, é o meio que mais gosto de viver, não é um hábito, até por que não consegui alcançar o romance ( vida é trabalho e trabalho é vida ) meu trabalho é só meu sustento e ponto.

 Essa vida pelos meios das letras, por tentar inventar frases e parágrafos que os meus amigos não entendem, de qualquer forma, por tentarem já me cativa a gentileza, é meu sustento verdade, como sou e o que procuro.

Vivo demais por aqui, só não sou muito adepto das passarelas escriturais da literatura do amor.
São Dois pontos: Não escrevo sobre mim e nem sobre amor, parece, mas não escrevo. Sempre prefiro opinião alheia sobre algo que tento escrever, me conheço ( auto crítica ) severa, aí me acho chato. Prefiro saber de alguém que me ache assim, do que meu velho espelho.

Complico, sei disso, os meus pensamentos que jogo no papel, pois bem; são meus, são estranhos mesmos meu colega! Mas... São autênticos.

Gosto de pensar que escrever me ajuda, me orienta, tira meu sono e compensa minha timidez, me confessa, me adianta e viaja comigo. Escrever é um fato meu, e um fardo que garanto não pesar, e sim, pensar, mais alto , claro e nunca voltar para o mesmo tamanho o qual eu fui.

Como disse, não escrevo sobre mim, não me acho tão perfeito para isso, mas as críticas... essas me deixam felizes. Gosto de quem pensa em mim. Alias, crítica não é raiva.

Em meio a tudo que escrevo e penso, transporto o que me emociona para alguém, isso sempre. Mário Quintana um dia disse : " Não há uma vírgula que escrevo que não seja sobre mim, que eu não esteja nela. ". Isso sim é maravilhoso, estar naquilo que se escreva, não fisicamente, não nas palavras, ainda que não seja na ideia. Porém você está ali, aquilo é seu, é sua propagação, é seu compartilhamento, sua responsabilidade de plantar uma visão para quem dedica um tempo a você, a sua arte, o seu poder de imaginar e fabricar letras.

Então.... por final...não escrevo sobre mim. Talvez, só sobre alguém um pouco parecido.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Obra

Percebeu ela que muitos escreviam um pouco por muito tempo, não o tempo da longevidade, mas sim o dá intensidade. Alguns ou melhor algumas, escreviam procurando ser poemas , mas em verdade eram poesia, solta, fora de regra, do jeitinho que ela gosta, da maneira ortográfica correta, infantil.

Percebeu ela, e a fez preocupada, se ocorresse o abandono da obra, o esquecimento da história . O que seria  deixado quando eles e eu me for? Pensou ela, eu quero ficar, pensando ainda, eu quero ser viva, pra quem se importa, sempre.

 " Minha alma na cabe no meu corpo".
Por esse motivo, esqueço - o, me inclino mais a observação da obra , do que sosobra. " - Não abandone! " Diz ela, sua forma de vida é escrita independentemente de vontades, isso é um fato, o que pode ser alterado é o destino de sua obra, de como ela irá participar nas vidas alheias, do seu projeto. Tenha algo longe do banal, fútil, superficial.... aliás, " a vida é muito curta para ser pequena " . E sendo muito curta por si só, não é mérito que se apequene ainda mais por apenas falta de capricho.

Ela em algum momento de sua rotina quis ser grande, sustentável, como não poderia deixar de ser, precisa de consolidação física das suas necessidades, mas....mas...quis algo inédito para ela, pois bem: Fez uma obra, ou ao menos a resgatou de algum lugar do passado. Nem tudo na vida precisa ser mudado a todo instante, algumas coisas sim, outras melhoramos, ampliamos, ficamos reinventando uma forma melhor de fazer algo bom mesmo que as condições naquele momento não sejam favoráveis à fazer ( o melhor ); mas se fará " o melhor" dentro das condições que se tenha naquele momento, até que condições melhores possam chegar para se fazer melhor ainda o que se já faz de melhor. Clareza de idéias? Vai saber... entretanto... certeza.

Sua obra foi editada, revisada e polida, entrou em uma atmosfera mais sábia, não a tal ponto intelectual, não precisava naquele momento disso, apenas se tornou importante. Existem coisas famosas que não são importantes, e coisas importantes que não são famosas; para ela que ainda não se foi, mas se vai, a imortalidade a seguirá, será co irmã. Sua obra postergará , encontrará um meio de deixa lá viva, e isso é a prática do negócio. Tem gente pequena que sabe que não sabe tudo, que sabe que nunca irá saber tudo que se possa ser sabido, que sabe, e ela sabe disso, que ela , nem ninguém, todos juntos, nunca saberão tudo que se possa , e com isso cresce. Gente que acha que é grande, para tentar se firmar precisa sempre criticar e humilhar Alguém.

Ela uma reinventora, fez outras escolhas na sua vida para sair da tolice. Fazer a mesma coisa e esperar resultados diferentes isso é ( tolice ). Sua obra merecia por isso, jamais pela fama, isso não tem valia, e sim pelo melhor, pela afirmação de deixar algo, a alguém, a quem....talvez ela..eu ...ou outro, não importa. O diabo é deixar de viver. Por isso repete se, mãos a obra.

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Em qual mentira vou acreditar?

Um ato complexo foi eu conviver com           " alguens" quem tivesse sido fracassados em suas aventuras de vida.

Os bem feitores da não verdade que convivo são os melhores de todos os tempos, e em tudo que o tempo os dá.

Impressiono me com a exatidão dos mentirosos em seus feitos. Eu, coitado, o que me resta?  Penentencio -me , julgo me o problema. Não é possível tanta coisa boa para um molho de gente pouca.

Eu morto, fraco e normal, sem atração, sem paciência, preguiçoso e feio. Entendo me, conjugo me, mas não os aceito assim, tão assim, sabe?

Ele retirante de letra da etiqueta dos tapetes vermelhos da moda.
Claro, atento, perfumado e útil. Ela, atraente, sortuda e com batom em cores do amor.

Eu calado, temeroso, humilde e sem crença, diferente por assim dizer. Já me deparei com muitos assim..assemelhado a mim, mas só em espelhos, na vida real. Estranho...nunca.

É de ser cômica essa minha percepção débil de não enxergar ninguém como eu.

Só consigo contato com os melhores:
Os sem rasteiras e obstáculos, os sem rotina e com sexo e sono em dia. Os sorridentes - falsos, mas com uma vida digna, mesmo que seja só na sua fala os nas suas redes sociais.

Muita paz me traria a voz real, a voz humana e verdadeira. A voz que junto a seu corpo ajoelhado, detalhasse as suas perturbações a divindade.

A voz doce da lembrança que sabe que nem sempre tudo foi ou é assim como se
 diz.
Seria uma grande sorte não encontrar super humanos ( eu só quero os humanos ) ou os bichos - dependendo da ocasião.


Eu sou separado, sem complexos. Com espaços a serem preenchidos, com atos a beira da revogação.
Eu prefiro saber dos seres, do que são capazes, e não dos que os capacitaram....ninguém é preparado, apenas polido, uns mais ásperos e outros mais lisos para as funções que assim o exigem.

Eu não conheço mesmo os moços menos espertos que eu, mesmo tentando ser mais prático.
Me abalem de verdades, mas me deixem vivo e em paz.

terça-feira, 24 de março de 2015

                                          UM LIVRO DIFERENTE


Aconteceu naquela hora, em um momento de leitura, momentos nobres do saber, momento que o ser fica intenso, envaidece uma emoção de abrir parte da interferência, entre o motivo do saber e o servir do saber. Naquele momento lí um livro diferente, um livro novo, não de capa, não empoeirado, não por indicação, um livro diferente que me divertiu, me ensinou, um ensinamento não escolar, não universitário. O livro de um dia foi o que eu conheci, um dia após o outro, página após página, era lido, virou uma mania, um forma de descontração. Livro por livro já estava acostumado, um por mês ou dois, vários por anos, livro, aprendia usar e cuidar na escola, o que lí, foi uma outra forma de livro, uma maneira de chegar as mensagens, vidas, formas novas de ver e fazer a vida acontecer através do livro. O que me ensinou, o que aprendi, conto depois, o que importa agora é a maneira de ler o livro, porquanto, o que adianta ter um livro se suas mãos, seus olhos, sua fantasia, não dá alma ao livro? Se sua emoção, seu espírito, não se encaixam nas linhas descritas, o livro, assim, puro, nada mais é que um papel desinteressante, frio, cortes de árvores em vão, sem o véu de suas toras, sorrindo para uma fantasia transformadora de uma nova leitura.
O livro que li me reteve por horas, conseguimos juntos lembrar e projetar planos, li um livro que lembrei de pessoas, acasos, pontos fracos e fortes que atingem a todos, me encontrei nesse livro, para quem escreveu cá entre nós, fiquei até com uma pequena inveja, gostaria de ter sido eu mesmo, mas me contentei a ler. Afinal, o quanto é difícil ler boas literaturas para quem gosta; o mais estranho é que, o livro era tão importante e abrangente, que vi as folhas passando nos dedos crespos do menino rebelde, nas mãos foscas de giz do professor, colocado sobre o colchão, com carinho, naquele colchão branco e confortável da jovem aprendiz intelectual, o livro tocou o passageiro apertado no transporte, e conto de pai pra filho na pré história a beira da cama.
Obviamente, me deparei com quem não se agradasse por ter o tal livro consigo, no mínimo por perto, críticas e afastamentos surgiram no conteúdo do livro, tentaram afastá-lo do amor, da verdade, de uma escrita poética, enterrá-lo em páginas digitais e coloca-lo no calabouço do esquecimento, disseram que tudo que havia no livro, não era preciso mais ser guardado na mochila escolar, na estante, no orgulhoso acervo, bastava apenas um pedaço pequeno de metal colocado em uma máquina, e ali estaria, ele, o livro, com mais seu amplo saber á amostra. É claro que outra corrente acordou, foi contra sua prisão, o livro era a liberdade do mundo, escrito por penas, emoções, tristezas folclóricas, de maneira alguma, mesmo com páginas arrancadas seu começo e fim ainda estaria intacto.
O livro que recebi, não é religioso, apesar de ser um porto para sua proteção, o livro não é acadêmico, contudo com um conteúdo imensamente formador de um ser humano idealizador de idéias, o livro não é quadrinhos, não é de poesia e tão pouco de comédia, que por dizer, tem pinceladas de tudo isso.
 O nosso livro, é o que escrevemos apenas por viver, simples como respirar, existe alguém, que não sabemos quem, que está lá, assistindo, escreve o que vivemos, coloca em páginas uma a uma histórias de vidas, e o seu conteúdo, pode procurar, procure onde possa estar o livro de sua vida, alguém escreveu para você, contou lá nas páginas originais e palpáveis seus sorrisos e suas burrices não podem dar indicações onde seu livro possa estar, porem se quer saber sobre você, não deixe um livro acabar, ele pode ser o seu.





quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

O DONO DO MUNDO!

Querer saber de onde vem isso tudo será um pecado? 
Pai, me responda o que faço? Pai o que há? Quem é esse senhor que parece ser maior que tu Pai? 
Grande, poderoso, força maior que já conheci por aqui, quem é ele Pai?
 Vocês conhecem? Sabe...aquele senhor... O que muda minha vida, e a sua, aquele...deixa eu pensar como explicar... O senhor que faz o nada virar tudo, o cara que me faz acreditar em instantes em alguém que nunca ouvi falar, faz o mundo adorar um homem negro, bem aparentado, de nome diferente, assim por dizer; virar esperança de uma raça, transformar-se em primeiro presidente negro de um país, que é o primeiro pais dos países. 
 Pai! Deixa eu conhecer esse senhor que transforma tudo o que ele quiser, pessoas comuns em super estrelas intocáveis, um matuto em poliglota, alcoólatras em educadores, moradores de rua em funcionários públicos,  quem é esse senhor? O senhor que aperta um botão no ocidente e explode meia nação no Oriente, quem concebeu esse poder todo somente a um ser? O ser  que me faz sorrir com vozes musicais descobertas e tiradas da lavoura, me deixa pensar que posso fazer o que eu quiser de minha vida pai, até me tornar deputado, eu penso e ele faz acontecer. 
Pai! Não sei por onde procurar esse senhor, que é o da guerra, o dono  da minha paz, propaga a uma voz o respeito de milhões, um garoto ser idolatrado com um chute a gol, dita que esse mesmo garoto deva ser mais rico e importante pois simplesmente ele quis. Faz um muro deter o carro de um herói automobilístico, esse senhor tem rédeas, teias, tentáculos em tudo, move o meu mundo, diz quanto vale minha vida, meu amor, meu sossego, minha casa e o que posso ou não querer comprar, especula, induz e enfeitiça...nossa, ao mesmo tempo apimenta meu coração com um novo gracejo de saias, até nisso apodera-se. É poderoso sim, mas quem deu o direito a ele de me aprisionar domingo ao sofá? De me tirar o direito de pesquisar algo na Internet e cair sempre em Google e buscadores, de onde vem algo tão arbitrário assim?
 Ho Pai! Quero ser livre, ir onde eu puder alcançar, falar errado e não me perder em regras da língua criadas por esse senhor, aprendo uma coisa e agora tenho que desaprender, tenho que me acelerar a entender tudo, a seu tempo, do contrário, não sirvo, não sou atualizado, isso é um insulto, esse senhor me coloca em uma caixa, me conta que o padre tem que ser virgem e não há vida após a morte, quem é ele para dizer isso tudo Pai ? Peço meu Pai, que não me deixe sozinho com esse senhor, o mundo seria melhor sem ele, eu teria ainda a minha vista verde da janela, não teria que escutar que não posso visitar um lugar porque  esse maldito senhor colocou o preço além de minhas posses, poderia andar com meu carro sem ter que a cada dia pingar  uma moeda a mais no meu porta níquel pois o combustível ficou mais caro.
Não sei mesmo onde encontro esse senhor, acredito que fica em algum lugar alto, quente, intocável, sorrindo, gordo, comandando seu tabuleiro de xadrez, com as peças vivas que são nossas vidas, um senhor além desse mundo, mas longe de tu Pai meu, por isso me proteja desse senhor, do que ele é capaz, preciso de pouca coisa aqui, saúde, emprego, uma casa, dignidade, uma boa escola, ser invisível no assalto, somente isso já me faria sobreviver, mas esse senhor não deixa, ele é dono de tudo isso, o que acontece sempre passa ao seus olhos, nada foge. Sei que é maior que isso Pai, então, confio, sigo, luto , tenho fé.
E o senhor....com você mesmo que falo, eu escrevi sobre você , contei a todos, tudo o que faz, com age, e quer saber? Não há nada que possa fazer sobre isso, esse então, se chama destino.

SEJAMOS OS SENHORES DE NÓS MESMOS!