SOCIALIZANDO
UM CARA PARECIDO COMIGO!
segunda-feira, 21 de maio de 2012
UM FINGIMENTO
às
18:00
Postado por
Diário de um observador
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
sábado, 28 de abril de 2012
Dois líderes de uma empresa bem bacana, seus chefes, daqueles empregos que se espera algum tempo acontecer, te chamam para uma conversa no restaurante bem próximo ao prédio que trabalham, o tipo de restaurante que não dá para se frequentar todo dia, no convite estranho, ainda mais estranho vem em acompanhamento um sorriso nunca antes lhe direcionado do segundo chefe arrogante, não que o primeiro não seja, como chefe é chefe, algo de diferente estava para acontecer. De prontidão obviamente o convite por você espertamente é aceito, mesmo que fosse na hora do seu almoço com os amigos ou o parto do seu primeiro filho,,, ( exagero ) ?
Em um papo agradável, em um almoço pomposo, gostoso de se sentir, no desenrolar da conversa sobre trabalho, o segundo arrogante chefe se inclina para você e pergunta friamente como se fosse com o dedo apontado para seu rosto, e um nó bem forte em sua gravata: - " Você mentiria por nós? ". -"Mentiria pela empresa que lhe abraçou? - Opá. opá, que acalme-se nada, que história é essa de mentir ? Eu não minto ! Entretanto, que mentira seria? Que coisa iria acontecer, valeria a pena? Talvez fosse somente uma pequena mentira, dessas que não são descobertas pelo motivo de serem tão mesquinhas que ninguém se dá o trabalho para revelar. Era seu emprego em risco, o que passaria pela sua cabeça uma hora dessas? Apenas levantar a bandeira dos - NÃO MINTO EM HIPÓTESE ALGUMA - ou a reflexão inteligente sobre o que poderia acarretar para sua carreira, para suas contas, para seus dependentes, uma resposta insana.
Aquele dia foi apenas um aperitivo, a resposta esperada pelo segundo chefe não era necessária naquele momento, o almoço terminou em sorrisos, pagamento com cartão corporativo e o fim de um emprego tranquilo, somado ainda a um salto para um emprego de incertezas, hipóteses, lacunas não preenchidas.
Daquele dia a frente, o questionamento tornou-se forte com o julgamento da palavra moral. A moral é somente dizer a verdade a todo tempo? É mentir em prol de uma independência financeira? Ele questionou-se bastante, tinha moral, era um homem de moral ?
Não queria mentir, não deveria mentir, passava esse mandamento para seus filhos por herança, fez coisas erradas em um passado adormecido, e perdoou a sí mesmo por achar que poderia ter uma nova chance de coisas certas, sem mentiras, traições e remoço.
Do primeiro as segundo chefe, ficou claro que anseavam uma resposta rápida, os encontros nos corredores ficaram frequentes, um olhar interrogativo por trás de um monitor, um email em palavras obscuras para o mundo, mas em claras e bem alfabetizadas letras para ele. De qualquer forma, precisa primeiro saber o motivo de sua suposta mentira, todavia, para isso, somente passariam o que era após sua promessa de mentir, que cela; era realmente uma cela que vivia e sua numeração era 267, seu ramal, ao menor toque estremecia, era á cobrança? Era a sua busca por ter mentido? Mesmo sabendo que isso não tinha acontecido. Nessas horas a cabeça para um pouco de pensar, nosso cérebro e corpo precisam primeiro sobreviver aos impulsos anormais que estão acontecendo pelo nervosismo e ficamos um tanto sem respostas. Por isso, a calma era imprencendível nesse momento.
Em rara decisão tempestiva, abriu a sua cela com o arrastar da cadeira, e levantou para tomar a atitude que poderia mudar um caminho novo planejado a custa de uma promessa. - Por favor,licença,podemos conversar sobre o assunto do restaurante?
- Sente-se, em que posso ajudá-lo? Primeiro chefe. - Quero saber o que precisa que eu fale e pra quem e por ultimo e mais importante, por que? Em um pigarro, originado por uso excessivo de charuto, com as mãos leves e bem tratadas, o chefe primeiro, tocou em seu ombro.
- Rapaz, do que precisa? Quero que diga o que precisa ser dito, o que eu perguntar, afinal eu sou seu chefe. - Sim. Exitou na resposta. - Mas não tenho que falar algo diferente do que é?
Na sala entrou o segundo chefe, o de sorriso atraente para as mulheres, mas a ele, só trazia um final de guerra. - Olá meu caro, atrapalho?
-Não meu amigo, foi bom chegar, o rapaz aqui parece assustado, veio nos perguntar o que nós queríamos dizer para ele no almoço que tivemos. - Bom, precisamos de algumas coisas de você, como qualquer outro funcionário. Nossa, a confusão se tornou insustentável, sua cabeça fez interrogações por segundos, será que ele tinha se enganado no pedido dos chefes? Isso seria seu fim, uma acusação sem provas, é o mesmo que um advogado sem palavras.
- Desculpe então senhores, pensei que precisavam de algo urgente, me enganei, quando necessitarem de qualquer coisa, estou á disposição.
Bateu a porta e a sua cela parecia o local mais seguro do mundo, trancou-se nela com a cadeira bem apertada á mesa, e o ramal parecia o carcereiro, a qualquer momento poderia mudar o seu futuro.
Naquela noite e nos dias que pulavam pra trás, perdurou sua indignação com o seu engano, seu pensamento brotava perguntas somente de: > como pude me enganar, o que aconteceu comigo ? > Sou um fracasso, pensando mal de algo tão simples, coisas que nem aconteceram, até porque, o que eu, meramente eu, poderia dizer sobre algo? Poderia deixar alguém em uma situação ruim?>
Seria o final de um conto simples e sem lógica apenas passando a mensagem de um engano, de que as coisas as vezes não são o que parecem e que ainda existem pessoas com moral inabalável...ou quase.
No final daquele mês que tudo isso aconteceu, foram encontrados os dois chefes desaparecidos por 3 dias, sem vida, em um lugar não habitável, em condições nada humanas.
O motivo? Declarou o rapaz:
- Minha vida era uma cela, meus bons momentos era o sorriso apenas de uma criança, isso não bastava, o meu restaurante era dos funcionários, isso não bastava, o meu emprego dos sonhos, não bastava, meus bens; casa, carro e uma geladeira com o que eu precisava para viver, não bastava, eu queria mais e mais, tentei seu outro mas não consegui, o que adianta uma vida de moral sem lucro? Loucura? Loucura é viver em uma cela sem estar preso, é ser livre estando preso, preso a que? Preso a...é...a um vida pobre.
A mentira que era para ser sustentada,não passava de uma campanha de marketing,afinal o negócio da empresa era esse,e o rapaz confuso,produtor da propaganda,infelizmente,se perdeu,talvez em sua loucura própria ou nos seus valores invertidos.
O que podemos tirar daqui, são vários pontos: Jugamento da moral, entender as pessoas, olhar para sua profissão com outros olhos, sentir-se bem no que se faz, estar preparado para desafios... e muito mais aos olhos de quem lê.
AOS OLHOS DE QUEM ESCREVE : NADA É DE MAIOR GRANDEZA VER UM SORRISO DE UMA CRIANÇA AO TE ENCONTRAR.
às
05:01
Postado por
Diário de um observador
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
terça-feira, 6 de março de 2012
Interessante quando acontecem certas situações no caminho mais tranqüilo, aquele escolhido para passar todo dia, em prol de menos trânsito, para ganhar tempo ou até mesmo por gostar de alguém que ronde aquela área no mesmo horário de sua passagem, acaba se tornando um costume gostoso, uma tarefa carregada de boa vontade ao fazer. Entretanto em um desses dias se algo muda, se o trânsito para ou a pessoa, por seus motivos, não está lá no mesmo plano, no mesmo momento levando àquelas horas, aquele pouquinho tempo da tarefa gostosa, sua perspectiva muda, aquilo não se torna tão bom, pode até ter sido, por semanas, meses, horas, em uma fração curta de tempo, por fim; Tudo já não é mais como antes, independente que após alguns outros segundos o trânsito possa prosseguir e você ver aquela pessoa que tanto gosta de dividir a tarefa matinal, que ela, a pessoa, está lá de novo, e nesse dia, por sorte, por parar o trânsito um tantinho, a perspectiva te faz sorrir diferente, a pessoa escolhe e senta-se ao seu lado.
A perspectiva é uma estranha sensação que nada pode ser pior - quando se quer - do que possa estar em um dado tempo, sua perspectiva por qualquer coisa pode mudar, uma situação deixa de ser tão ruim se transformando em um alívio acanhado, basta trocar a maneira que se vê á rocha a sua frente. A pedra no caminho, os ditados populares. “A água quando vê um grande obstáculo à frente, não tendo meios de derrubá-lo, apenas faz o simples, o contorna.” Mudança de perspectiva.
Reza uma lenda sobre a perspectiva:
Certa vez um marinheiro ao saber que poderia ter seu sonho de seguir na carreira destruído por notas abaixo da média que a força exigia, tentou se esforçar mais, todavia suas notas sempre chegavam aos seus superiores e pais, que morreriam de desgosto se tudo não fosse concluído com sucesso.
O seu esforço já era válido para melhora, pois as matérias eram muito difíceis de serem absorvidas, a tentativa era diária. Em uma carta resolveu contar para seus pais o que estava acontecendo:
“ Mãe querida para todas as horas, obrigada por permitir que eu esteja aqui, pai, bravo mas amado, agradeço pelas broncas e seus esforços para me ajudar a superar as dificuldades de chegar até á Marinha. Porem depois de algum tempo por aqui, algumas coisas mudaram, meu sonho não é mais o mesmo, fiquei entediado com a carreira, o militarismo é rígido o bastante pra mim, e a por aqui a vida se tornou um sofrimento, preciso me reencontrar e estar vivo por dentro. Conheci muitas pessoas que passaram pelas grades altas e prisioneiras desse quartel, estou me sentido um anormal, um bicho enjaulado, essas pessoas que conheci me mostraram que o mundo é colorido, diferente da cor branca e morta militar, pode ser um rosa pulsante acompanhado de um imenso arco íris . Sentem-se, sei que impactará. Me tornei gay.
Pronto, escrevi, não suportava mais, antes de seguir, pegue o remédio pai, o da pressão, e mãe, me perdoe você como mulher sabe o que sentimos. Infelizmente tem que ser assim, se me amam me entendam, por favor, nesse momento, minha farda de trabalho já é outra, larguei a Marinha e estou seguindo para uma carreira nova em salões de cabelos, noites festivas e gente cor de purpurina, que pais, sei que não gostarão de conhecer. Repassem por favor, essas informações a meus superiores, será mais fácil pra mim.
Obrigada por tudo, mas hoje prefiro uma coleção de brincos a sua coleção me enviada de armas pesadas e escuras.”
Amo vocês.
Não deixem de ler abaixo
Em linhas mais escuras, para demonstrar que não estou no mundo cor de rosa, escrevo que nada do acima acontece. Estudo como um louco para me tornar um ótimo oficial, faço exercícios todos os dias, tenho uma namorada- menina mesmo- Selma, ótima moça, mas não pretendo me casar por agora, fico feliz com cada réplica de arma me enviada pai, limpo elas toda semana, mãe: Obrigado pelas comidas, a tropa adora.
Somente quero deixar por último, no anexo, tem algumas notas que tirei no período passado, me esforcei muito, mas me dei um pouco mal, porem ainda tenho grandes chances, sou esforçado sempre, sabem disso.
Fico por aqui e espero que perspectiva de vocês tenha mudado, não há problema tão grande que não possa ser contornado, não é mesmo oficial?
Bj seu FILHÃO.
Ainda é certo que problemas a menos são sempre bons.
O inevitável é possível, a perspectiva de mudá-lo para o aceitável, também.
às
01:54
Postado por
Diário de um observador
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Um líder de uma empresa bem bacana, seu chefe, naqueles empregos que se espera algum tempo acontecer te chama, para uma conversa no restaurante próximo ao prédio que trabalham, o tipo de restaurante que não dá para se freqüentar todo dia, no convite estranho, ainda mais estranho vem em acompanhamento um sorriso nunca antes lhe direcionado do segundo chefe arrogante, não que o primeiro seja, porem chefe é chefe. De prontidão, obviamente o convite por ele espertamente é aceito, mesmo que fosse na hora do almoço o parto do seu primeiro filho, seria aceito - ( exagero ) ?
Em um papo agradável, em um almoço pomposo, gostoso, de se sentir, teve todo desenrolar da conversa sobre trabalho, o segundo arrogante chefe em determinada hora se inclina a ele e pergunta friamente como se fosse com o dedo apontado para seu rosto, e um nó bem forte em sua gravata: - " Você mentiria por nós? " . - "Mentiria pela empresa que lhe abraçou?” Opa. opa, acalme-se, que história é essa de " eu não minto nunca", calma, que mentira seria, que coisa iria entrar, valeria a pena? Talvez fosse somente uma pequena mentira, dessas que não são descobertas pelo motivo de serem tão mesquinhas que ninguém se dá o trabalho de tal coisa. Era seu emprego em risco, de certo um filme passa pela cabeça uma hora dessas. Apenas levantar a bandeira dos “NÃO MINTO EM HIPÓTESE ALGUMA” não adiante muito, a circunstância merece uma reflexão inteligente sobre o que poderia acarretar para sua carreira, para suas contas, para seu dependentes uma resposta insana. Em verdade, não proclamo a postura errônea, e sim uma visão ampliada.
Aquele dia foi apenas um aperitivo, a resposta esperada pelo segundo chefe não era necessária naquele momento, o almoço terminou em sorrisos , pagamento com cartão corporativo e o fim de um emprego tranquilo, somado a um salto para em emprego de incertezas, hipóteses, lacunas não preenchidas.
Daquele dia á diante, o questionamento tornou-se forte com o julgamento da palavra moral. A moral é somente dizer a verdade a todo tempo? É mentir em prol de uma independência financeira? Ele questionou-se bastante, tinha moral, era um homem de moral ? Até onde poderia mentir? Enfim, lamentavelmente chegou o dia que teria a decisão, a bem verdade a mentira sobre a empresa, nada mais era que uma solução pacífica sobre um julgamento de um funcionário, o que o irritava, era lidar com tudo, não sabia como reagir, estava em jogo um emprego suado, sua família, uma idade avançada para alcançar com tanta facilidade outro emprego, medo de rejeição familiar, receio de ser passar como fraco, humilde demais. Claro que aqui não irei colocar aquelas histórias de conto de fadas onde o ideal fica acima de tudo, nem sempre as coisas funcionam assim, infelizmente muitas vezes as coisas tem que ser resolvidas de maneira morna para fria, pensando em um todo alem dos seus próprios olhos.
A moral que é escolhida por cada um, não vem de berço ou DNA, situações são colocadas em sua vida para uma definição concreta: Viver pouco como um Rei ou muito como um Zé? Já se fez essa pergunta? Se a primeira opção for a escolhida, não se envergonhe, não deixa de ter moral por esse motivo, apenas é uma opção de vida, um caminho que possa trilhar, uma maneira contrária, que muitas vezes aos olhos de pequenos lhe aguardando o retorno á casa, será o herói necessário para um adulto promissor.
O texto finda por aqui, mas a moral prossegue, agora que tenho você até o final do texto, deixo aqui: Qual será sua reação? Prosseguirá? Se acontecer em sua vida, ou até com alguém a seu lado, apóia? Quem sabe não é? Como isso não aconteceu é melhor prolongar mais um pouco a resposta. Assim, ao menos, a moral fica em dia.
às
15:13
Postado por
Diário de um observador
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
CRIO E CREIO
O que se espera sempre para uma nova época, são as velhas e famosas e ainda sedutoras, para o bem, palavras e desejos do bem. Espera-se, apagar os toques sutis, porem incomodos, de casos ruins, e aprender com eles, esquecé-los, mudar algo para que não se repita, enfim: não deixá-los a tona. Esses novos tempos, que estão bem perto de acontecer, são invadidos com idéias fortes de planos, quantos e quantos planos são atraídos por cuidadosos anseios de vé-los acontecer, tocá-los quando assim forem reais.
Novos tempos sugerem novas atitudes, muito ( melhores ) até se escreve sobre isso, mas parem e analizem: Qual é a melhor atitude que deva-se tomar? Já se faz tanto, trabalha-se muito, dorme-se pouco, busca ser do bem, ajudar alguém, não desejar o mal a ninguém, essas; deveriam ou não fazer uma rede de boas condutas? E igualando, desejos humildes atendidos.
No novo tempo, vós criareis formas, condutas, maneiras, caminhos, para ser parte de um novo tempo. O que se é agora, não tem mais espaço, o tempo acabou, mudou, passou de estágio, um grau acima há de ser tomado por inovadoras criações. Criar, se refletir, é você, o que tu criastes até hoje? Mentira, todo mundo já criou algo, transformou criação em movimento real, não estou falando de construção de sonhos, digo, em criação de algo a ser sonhado e feito.
Quando em algum momento de vidas que pairam por todo lugar uma delas não fez a criação de um instante de esperança em alguém, fazendo esse alguém saber que tudo, não importa como, iria dar certo? Quando não criou um amor? Quando não criou ira? Quando não criou paz e perdão? Em que parte, em que fiada, deixou de criar sua personalidade a ser aceita? Você criou da mamadeira morna a conversa mentirosa para ter um bom emprego. Criou fugas, para esconder de você mesmo, um sorriso amarelo e triste, porem deixar soltar um : " está tudo bem, obrigado ". Criou o ano novo que muda somente de horário, todavia de rumo - aliás, depende de sua criação, do que ser quer criar, da coragem, a importância que se dá a queda e a relevância da vontade do levantar - seguir; "crio e creio", serve como bandeira a nova época.
Em uma nova época, etapa, ano, será assustador, tudo que for criado, o novo assusta, é temido, mesmo sendo bom. O criar, é diferente do crer, do saber, do ver - apesar de tER, ER no final. Pois para criar, conjuga-se sempre outros verbos aliados, crie seus verbos, crie o que te atende melhor, crie a forma da aceitação do período não tão sorridente, crie como aceitar a felicitação, crie o tempo necessário para adormecer com seu filho em seus braços castos.
Ser um criador, é tarefa Herculana, entretanto, se um " semi Deus " conseguiu:
O QUE NÃO CONSEGUE UM *HOMEM COM DEUS CRIADOR?
BEM VINDO AO NOVO TEMPO
Novos tempos sugerem novas atitudes, muito ( melhores ) até se escreve sobre isso, mas parem e analizem: Qual é a melhor atitude que deva-se tomar? Já se faz tanto, trabalha-se muito, dorme-se pouco, busca ser do bem, ajudar alguém, não desejar o mal a ninguém, essas; deveriam ou não fazer uma rede de boas condutas? E igualando, desejos humildes atendidos.
No novo tempo, vós criareis formas, condutas, maneiras, caminhos, para ser parte de um novo tempo. O que se é agora, não tem mais espaço, o tempo acabou, mudou, passou de estágio, um grau acima há de ser tomado por inovadoras criações. Criar, se refletir, é você, o que tu criastes até hoje? Mentira, todo mundo já criou algo, transformou criação em movimento real, não estou falando de construção de sonhos, digo, em criação de algo a ser sonhado e feito.
Quando em algum momento de vidas que pairam por todo lugar uma delas não fez a criação de um instante de esperança em alguém, fazendo esse alguém saber que tudo, não importa como, iria dar certo? Quando não criou um amor? Quando não criou ira? Quando não criou paz e perdão? Em que parte, em que fiada, deixou de criar sua personalidade a ser aceita? Você criou da mamadeira morna a conversa mentirosa para ter um bom emprego. Criou fugas, para esconder de você mesmo, um sorriso amarelo e triste, porem deixar soltar um : " está tudo bem, obrigado ". Criou o ano novo que muda somente de horário, todavia de rumo - aliás, depende de sua criação, do que ser quer criar, da coragem, a importância que se dá a queda e a relevância da vontade do levantar - seguir; "crio e creio", serve como bandeira a nova época.
Em uma nova época, etapa, ano, será assustador, tudo que for criado, o novo assusta, é temido, mesmo sendo bom. O criar, é diferente do crer, do saber, do ver - apesar de tER, ER no final. Pois para criar, conjuga-se sempre outros verbos aliados, crie seus verbos, crie o que te atende melhor, crie a forma da aceitação do período não tão sorridente, crie como aceitar a felicitação, crie o tempo necessário para adormecer com seu filho em seus braços castos.
Ser um criador, é tarefa Herculana, entretanto, se um " semi Deus " conseguiu:
O QUE NÃO CONSEGUE UM *HOMEM COM DEUS CRIADOR?
BEM VINDO AO NOVO TEMPO
CRIE A BOLSA PARA SUPORTAR AS PEDRAS QUE RECOLHER NO SEU CAMINHO - RECOLHA TODAS
POIS UM DIA ELAS SUSTENTARÃO E CONSTRUIRÃO SEU CASTELO
* Homem no sentido de ser humano
às
05:27
Postado por
Diário de um observador
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
"A REALIDADE É UMA MERDA"
Acalme-se, olhe as apóstrofes, não foi eu quem disse essa frase, escrevi claro, mas essa frase clássica é de autor desconhecido. Digo clássica pois já ouvimos bastante, sentimos bastante e também adoraríamos muitas vezes estar fora da realidade, e sim, alí, dentro, no centro dessa ilusão de ótica por exemplo. Uma pessoa que não revelo o nome nem sobre tortura, garantiu pra mim que dentro de sua realidade, só sua, se sente cantora, se sente aplaudida no interior da música tocada no seu fone de ouvido e assim fazendo a viagem longa ficar agradável e tranquila. Imagina-se uma estrela dentro do seu carro e uma musa no seu chuveiro. Me garantiu também que em situação muito ruim, ruim mesmo, sempre imagina como será quando aquilo acabar, pra quem irá contar, se aumentará a história, se omitirá os detalhes, e quando percebe, foi-se. A situação já passou. Para essa pessoa, essa é sua maneira de sair da realidade. Compensa?
Dizem que a realidade é para ser vivida, encarada de frente, ser contra ela quando for dura, apostar que consegue passar por cima em época de revolução, inundar a boca e a garganta com gargalhadas altas na realidade feliz. Mudar a realidade quando achar que aquilo não serve mais a você, e fazer a realidade de alguém trocar de rota quando se dá um amor em falta aquela alma.
Preferir viver em sonho...bem; tem lá suas compensações.
No antigamente, até profissões, algumas, ensaiavam passos para serem seguidas, essas, fora da realidade, fora de um mundo onde somente se conheciam profissões de uniformes brancos, eram dadas como fúteis, desgostos, piadas. Porem brotavam sonhos naquelas mentes que gostavam de uma realidade diferente, de viver no sonho da escrita embargado de claves e dedilhando partituras, pincelando borrões e inventando máquinas novas. Mentes que sonharam, inspiraram o mundo dos realistas, transformaram batidas sem nexo em ritmos nobres de embalo de sábado a noite.
Ouvi dizer que para ter uma vida ruim, basta viver no mundo da ilusão - " caia na real "; dizia um deles. Pense um pouco, mas realidade do que se vive, acho impossível, se o sonho, se a ilusão, que seja de ótica, não existir, onde irá se ancorar a esperança?
Viver em órbita é tão presente e forte em nossas vidas que as novelas fazem sucesso, filmes explodem bilheterias e heróis, como se poderia ser, fazem parte do nosso meio. Do meio adulto, do mundo grande, do mundo real.
Um apaixonado, passa suas horas mais felizes vivendo dentro do cubo do amor? Será que não? Será que ele não é mais satisfeito no mundo vivo, intocável, porem vivo, do romance?
A imaginação, o toque da ausência, a aventura desbaratinada, o ser insano, isso é uma arte de tocar seu caminho no lado da vida onde a corrida por dinheiro não tem vez.
São eles, os loucos e mortos da realidade que pintam mais a vida, são os sonhadores que fogem de um mundo vil e transportam para outras almas um caminho sereno, verde, sábio e mais gostoso de se estar.
Viva a não realidade, viva ao sonho, sim ao mundo dos autistas de emoção, viva a motivação da ilusão, o acreditar do circo, as velhas histórias, os desenhos animados e os 15 anos da moça e os 18 do rapaz.
A realidade é uma droga; e sejamos honestos. Quem não quer estar fora dela?
às
08:38
Postado por
Diário de um observador
2
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
terça-feira, 8 de novembro de 2011
UM ABRAÇO ME TROUXE DE VOLTA
PARTE FINAL
A velha mulher que não era tão velha assim, cansada, sua pele fazia a idade alterar em anos a frente sem ter ainda experimentádo-os. A minha cuidadora trazia uma voz suave, uma brisa marítima com sabor de floresta em seu hálito, muito habilidosa com meus lençóis e fazia nuvens com meus travesseiros, esses me tiravam sonos angelicais, mesmo após broncas ou pior, desprezo paternal.
Minha cuidadora, me fez crescer, sonhar, rezar e saber o que era um amor, aprendi que isso era sinónimo de um olhar bom, um cheiro no pescoço, uma brincadeira ao pé da cama. Isso era o que eu recebia e vivia. Certa vez minha cuidadora se ausentou por bastante tempo, teve que viajar para passar uma temporada com um parente doente, fiquei só, no sentido de solitário por dentro, pois estava, em físico, com meus parentes sanguíneos, " meus pais ", parentes sanguíneos, soa melhor. Trancado e chateado com a solidão de menino, me prestei a fazer mais uma tola bobagem de menino; tentar um carinho, puxar uma brincadeira, tentar ser filho e ele pai. Não consegui, os detalhes do meu fracasso, são tristes, por isso não irei expor em minúcias aqui, porem, naquele dia, uma grande fúria me tomou e resolvi me afastar do meu mundo, do mundo onde permanecia ausente como filho, longe como menino, morto como pessoa. Viajei para um lugar dentro do meu quarto e ainda mais fundo na sombra do meu fracasso como filho; não conseguia fazer as coisas darem certo, ser uma criança, um menino normal, um ser inteiro, fugi por saber que por mais que eu quisesse, tinha a nítida impressão de ter nascido na família errada, minha preferência, era ter nascido pé no chão, entre barracos, com pouco comida, mas ainda assim com alguma, e tomado da doçura de boa noite de vô e benção de pai.
Naquela noite, a mais solitária de todas, já se passavam alguns dias que minha cuidadora não retornava, perdi a esperança de tornar a ver seu cabelo escuro e suas sandálias de pano do final do dia. Ocorreu então algum tipo de problema na saúde de meu pai, era um homem forte, nunca tinha percebido um espirro seu enquanto eu ficava resfriado uma vez por mês. Ouvi um barulho forte no quarto e corri para me espreitar e saber o que acontecia, antes de me tirarem da frente, vi seus braços estirados pra baixo da cama, como se apontassem para algo no chão, sem movimentos, sem reflexos. Um dia depois soube que meu pai, mesmo sem entender muito, deveria ser operado e necessitava de algo de alguém para isso. Para meu alívio, minha cuidadora chegou, e fui saber algumas horas depois que ela tinha isso que ele necessitava, porem o que fosse tirado dela, poderia ela correr o risco de não ficar bem.
Se me fizessem essa pergunta milhões de vezes, mais de milhões não saberia responder. Ele, é meu pai, distante, mas meu pai, ela, minha cuidadora, quem me faz feliz, quem me cuida, quem eu largaria meu pote dourado para ter seus cuidados eternos.
Em um conflito interno, me coloquei a olhar para o céu e pedir desculpas, por vezes preferir que minha cuidadora não passasse por isso, não corresse esse risco por ele, será que valia a pena? Ele faria o mesmo por ela ou por mim? Conflitos. Minha resposta, chegou depressa, de umas mãos frias e tensas em minhas costas, mas com firmeza no que gostaria de falar:
Seus conflitos internos são normais, o amor e o desprezo não andam unidos, e cada palavra você sente por uma pessoa diferente, a escolha, o desejo, não é fácil. Agora pense, pense e abrace quem você quer ver amanhã de novo, pense se o mesmo abraço não possa ser dado nos dois com a mesma força. Um por merecer, outro por necessitar. Virar as costas, tornará você igual as atitudes que tomaram contigo. Não deixe que nada lhe mude, mude você alguém.
Essa voz, que não virei para conferir o rosto, soltou de mim uma amor espetacular por meu pai e um mais forte pela cuidadora e sua coragem, fiquei tão alegre para poder dar o abraço aos dois, que me virei e cortei forte o braço em um vidro no corredor do hospital onde esperava notícias com outras pessoas, meu sangue se espalhou pelo chão. Um jovem residente, sabendo do caso, teve a genial idéia de colocar meu sangue para experimento, então, estava achada a cura para meu pai, eu podia dar sem riscos por causa de minha juventude o que minha cuidadora daria.
O abraço, veio em seguida, só que do lado oposto, não sei se pela gratidão da cura, do amor nascido, do enxergar a vida com novas idéias...não sei. O que me importou em verdade é que um abraço me trouxe de volta.
às
14:55
Postado por
Diário de um observador
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Assinar:
Postagens (Atom)
