SOCIALIZANDO

SOCIALIZANDO
UM CARA PARECIDO COMIGO!

sábado, 16 de março de 2013

INDEFINIÇÕES

No andar rápido, oprimido, temeroso  e atrasado, ela seguia na segunda feira, séria, alheia aos boatos dos rapazes carentes da manhã seguinte a noite solitária. Por vezes passava pelo vendedor e não solidarizava sua atenção a ele, só que nessa segunda, normal aparentemente, sem querer ouviu sua voz com a pergunta: Quem é você ? Bom, a princípio para ela aquilo deveria ser uma nova forma de inclusão "marketeira" de propagandista de rua. Deu de ombros, a passos largos continuou sua trilha, e de novo a pergunta veio a seu encontro. Quem é você ?   "Que saco!" Pensou ela, para que alguém afinal quer saber quem sou eu? 
A,,,,pronto, essa sou eu, solteira, meio sem cor, não se depilando na segunda, sempre querendo algo, chata e atrasada pela manhã e de bom humor ainda pela mesma manhã, aí está; sou eu. No fundo A.... sabia que aquilo não bastava, ela não era tão sintetizada assim, tão simples, tao resumida, no mínimo isso não faz parte de um currículo de mulher. A pergunta persistiu, e incomodou, aguçou sua curiosidade ao olhar a face no pequeno espelho que carregava á bolsa pequena e grande ( de mulher ) fiel companheira, que sempre abria ao sentar, por sorte matinal, nos coletivos santos que suavizavam seus atrasos de tédio.
E então..." Quem é você?" De verdade, pense realmente - algo falava assim dentro dela; - " Maldito vendedor ", pensava A...para fora, que tipo de frase era essa para soltar aos ares bem de manhã assim? Importunando os pensamentos alheios, fazendo pensar mais nisso do que nos seus próprios problemas; Que saco! Esbravejou ainda mais forte, sutilmente afastando a senhora assustada ao seu lado no coletivo.
A... seguiu sua rotina, seu dia a dia ficou chacoalhado com a questão, o banheiro, o espelho, tornou-se uma tortura em uso, necessitava saber quem era mesmo, onde estaria a resposta? Pensou A...em ser qualquer coisa para adormecer a dúvida, em ter uma identidade de ilusão somente pelo conforto da certeza, talvez se quisesse mesmo poderia ser uma ativista, entrar em causas participativas a um bem comum, sua boa secou e a imaginação desinflou, percebeu em poucos segundos que sempre aplaudiu as atitudes ativistas mas não era ativa, não tiraria a blusa em mostra a seus seios como as FEMEN, e não faz o simples da coleta ambiental, não servia.
A... ativou a máquina de sopro de seu pensamento e inflou novamente o balão de sua imaginação, votou em si mesma e pensou por que não ser uma cigana, uma sem horizonte, quem sabe não era isso que era? Uma desapegada, sem fronteiras, dona do seu mundo, com sentimentos selados e dando a conta gotas a doação deles para alguém, nômade, nem punhado de certezas, nem punhado de amor . A... só enxergou que não acreditava na leitura de suas próprias mãos, uma descrente da crença.
Por ultimo A...pensou na identidade de passos largos, na sólida e inimiga identidade de alguém, na personalidade que se transforma, na política dos homens, sua identidade seria inovadora, realizadora de sonhos, escrachadora de maus tratos, ladra de dignidade e posta em prova na corrupção. Logo e como sempre, A...viu que não acreditava em política, não vota, era impura a maus costumes, não se adaptaria em forjar uma dívida e tirar o necessário/ básico , de quem somente tem aquilo para viver, por final, influenciaria pouco as vidas alheias.
A... passou boa parte do seu tempo tentando ser uma nova identidade, para essa ser a resposta da questão do vendedor, se sentir assim segura ao saber quem era, ter a resposta centrada, motivada e orgulhosa. A pessoa que era não agradava o bastante a questão colocada; era escritora sem palpar um lápis - como muitos-, pensadora e  vendedora também, mas não de sonhos e nem de questões indagadoras da vida, religiosa sem crença, atraente sem par, boa, sem praticar a caridade, rica de vontades frustadas e negra quando a raiva lhe abatia.
A frase do vendedor fez A... reparar os detalhes de sua vida, inovar ao que lhe arrependia. O vendedor motivou A...a pensar e não só andar, querer ou teimar, o vendedor produziu em A...fúria de promotoria ao assassino absolvido por juri comprado, graça de virgem e excitação de miss na passarela, mexeu com seu ego, seu carisma e as confusões do seu eu. A...se retraía, achava que seus sonhos não se misturavam com sua realidade, alegava a sua sombra que tinha que ser o que produziram para ser, norteava que era mero pingente de uma sociedade fiel ao que menos se interessa a um ser humano.
Doce A... uma atleta sem clube, uma noiva sem buquê, por influência maternal tinha pinceladas de auto ajuda em ser forte e de punhos serrados para as quedas da vida, todavia algumas mãos bateram em seus ombros dizendo para ela se aquetar que o mundo era grande demais para suas ações. E foi assim, A...se posou, perdeu-se em saber quem era, escondeu-de na plantação de campos altos da timidez e desapareceu.
O vendedor continuou ali vivo, sua função não era produzir motivação, talvez encantar com sua idéias originais e vendas inusitadas. A...por sua vez passou longe por dias, esqueceu tentar em saber o que era e quem era, fez-se um ser humano neutro, opaco, com pouca luz, espaçosa de vontade como sempre. Tirou férias do mundo e de si mesma, para melhorar seus questionamentos e sua cabeça, resgatou sua pintura, fez-se econômica mulher, coisa até difícil, uma depressão unida de sentimento invisível ao coração, nunca sentira aquilo, mudou roupas, cabelo e o gosto por coisas novas e melhores a saúde. A...resgatou aproximação familiar, olhava-se constantemente no espelho para ver se faltava algum pedaço, aquele pedaço que gostaria de deixar cair pela rua e esquece-lo por completo.
A... redescobriu-se, vitalizou suas metas, deu volta em obstáculos quando não conseguiu derrotá-lo, mostrou-se gente, ganhou mais dinheiro, não por aumento de salário, mas sim por empregar em causas novas, causas nobres, ajuda alheia e doação de coração quando pode. 
O vendedor foi o culpado disso tudo, tocou a mudança, motivou o omisso e a concha se abriu. O vendedor existia, porem era apenas um vendedor de balas, um pequeno e simples vendedor. A...precisava ouvir naquele momento, naquela hora a nobre questão, por um motivo misterioso como os caminhos de DEUS, ela ouviu, não se pode entender tudo que se passa nessa vida, não mesmo, temos questionamentos loucos e eternos como de A..., realmente não sabemos quem somos por muitos e muitos tempos, por sorte, acho eu, é melhor nem sabermos, nunca teremos a certeza de total capacidade de ação em nossas mãos. Um dia somos um anjo e ao final de mesmo dia, podemos não dizer obrigado a JESUS por mais um dia vencido.
O vendedor ativou uma a ida de A...a seu mundo perdido, arquivado no imponente setor de coletas do sistema...
Um velho amigo sempre disse - " Não deixe o sistema te transformar  no sistema, lute contra isso, não se separe de você mesmo, o sistema não te trará de volta, mas você mesmo sim ".  
Fica essa pra você A.... 
   

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013


Hoje que graça tem aquela gente toda pulando em frente ao carro de som com enormes caixas batendo uma música sazonal? Que graça tem se não estão por aqui? Que graça vejo em um armário cheio, mas com espaço suficiente entre as roupas para saber que seu perfume esteve bem perto de cada tecido, com indecisão de sempre, foi escolhido o de época - época de estar apenas esticado; passado- acho graça nisso.

Onde encontrar a graça em estar em notável momento de saudade? Dizem que é gostoso senti-la, eu, porem, prefiro a presença, a amável presença quente. Se não puder te-la, aí sim, talvez fique com a saudade, mas que nada, já inventaram avião, telefone e Email,   para que saudade não é? Errado, ainda estará por aí, como um demônio querendo buscar o católico indeciso.
A graça das coisas hoje não me ocorre, o tempo não passa  depressa o quanto gostaria, não vejo a hora de revê las, de apertá-las e senti-las de novo, como ontem, tão raro momento de todo dia. O costume me pegou, me acertou e não consigo ser razoável e saber que entre duas pessoas está faltando uma, está faltando um trio.
O pula pula de carnaval já está soterrado em meus arquivos poucos acessados de imagens coloridas e eufóricas as quais guardo. Minha ideia agora é outra, não menos divertida, não menos sorridente, entretanto, suave, que vem engatinhando em pedidos de carinho. Minha saudade, alarga-se ( lá vem a saudade de novo ) em pensar em minha outra parte um pouco mas longe, talvez até mais animada com os festejos, linda, fantasiada e com personalidade em formação. Lonjura dura essas distâncias.
No meio do caminho não ficou a vontade de retornar ao carnaval de Salvador, não restou o não aproveitado, não me adoece os olhos do que deixe de ver, raros foram os casos; no meio do caminho não fiquei perdido por ter estado em pensamento somente, no bloco do " acaba nunca ", nada me deixa um infértil folião. Ocorreram momentos, episódios no carnaval da Lapa, no berço de bolas pretas, virando a noite e fugindo da exaustão do fruto proibido que se chama cansaço de folia, não, não sou mais "aquele" folião, mas homenageio quem estava na fila do bordejo atrás de mim e hoje, " sexta de carnaval ", não bebeu água, e sim, cachaça. Reverencio que está louco por uma noite de filme, uma noite de bailes de máscaras, uma noite de ressaca prévia, são partes de um todo que logo um dia, breve, com certeza, estarão por reavivar umas boas sensações, que produzirão vontades e desejos á realizar, e já outras, conversas em roda de amigos....boas conversas.

Carnaval, carnaval, eu não consigo viver sem carnaval.
                                         Um ótimo carnaval!

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Procure um natal novo, melhor, mais humano, com um toque especial para esse ano, procure, vá!
Não esqueça de adicionar a procura seu novo ano, procure um ano melhor, com menos perdas boas e maiores ganhos bons, procure, siga.
Amenize apenas, não apague as memórias de quem está longe, fixe e guarde, mesmo em outro ano, outro natal, o gosto de uma ótima lembrança não precisa ser procurado, apenas recordado.
Encontre o seu natal perfeito, encontre um início de ano perfeito, vivo, na construção da conclusão. Conclua promessas e planos, encontre a satisfação nisso, é uma regra de se sentir melhor. Procure uma pessoa melhor no espelho, procure uma pessoa melhor a seu lado, ou procure um trabalho melhor, procure encontrar.
Procure na internet ou em Deus seu par, procure quem se perdeu de você ainda que seja você mesmo; procure por meios remotos o reencontro consigo mesmo, procure uma nova lição, por doação ou dever. 
Procure mais grana, com trabalho, de preferência honesto, não é? Tudo fica mais fácil com dinheiro, entretanto, procure fazê-lo encontrar em você um bom utilizador, livre-se da futilidade consumista.
Procure a fé, procure a paz ; Já dores ? Encontrar irá,todavia, com as primeiras irá encontrar o alívio necessário para o encontro inevitável.
Procure ser do bem, pensar o bem, fuja do mal, de fazer o mal, de pensar em alguém como se não fosse você.
Livre-se da ideia que pode se viver sozinho no mundo, não, não pode, algo estará sempre a seu lado, procure por isso, procure fazer o que tem que ser feito de modo a ser o bem feito.
Procure deixar o retrovisor da vida sem seu olhar contínuo, olhe a frente, procure uma nova história, mas procure hoje, agarre, encontre e mude, um novo momento está bem perto. Busque!

LUZ E PAZ EM 2013

segunda-feira, 26 de novembro de 2012



Na maturidade

É até engraçado o "pré - maduro ", não, não norteio pela parte da fruta madura, e sim pela parte da "madures" humana: Maturidade que vem somente com a idade; maturidade é a expressão nobre de que até um determinado ponto da vida se sobreviveu aquilo que se viveu.Um ponto nobre, de ponto de vista duvidoso pelo mais jovens, que acham , diga-se de passagem , que chegaram a maturidade aos 18 anos anos ou menos, em cima de seus skates ou na compra do docinho escolar para menina bonita da classe. A maturidade aos 18 anos ou aos 20 e 25, somente se concretiza no mínimo aos 30. Exceções? Claro, muitas se tem, muitas serão encontradas, novas experiências estão por vim,,,Enfim, há maturidade a pequena idade, mesmo ainda estando por madurar.
A maturidade é uma média engraçada, uma parte da vida que se prolonga por indagações e divagações, sobre religião, amor, o por que de ser existir, o motivo da profissão escolhida, a existência e a verdadeira imagem de Jesus, e em maior parte " a morte ".
 Indagações tão diferentes de idades anteriores existe na maturidade, faz algumas pessoas ficarem chatas, não entendo ainda muito bem esse motivo, outras alegres e libertas, se sentem novas jóias, bobas moçinhas em alguns casos. De certo, ser maduro não é de maneira alguma ser mais velho, talvez, em parte, um pouco mais responsável ou irresponsável em versões universais. Maturidade é um julgamento mais calmo, uma raiva contada até dez, perde-se em força muscular e acende uma visão alem do alcance. 
Acredito que não se deve colocar em tapas a discussão com alguém que por dentro já se sinta maduro, quem sabe a pessoa se sinta pronta; resta saber o pronto se dará para o quê? Vida, estudo, filhos, ganhos de dinheiro....não, não, maturidade tem a ver com conselhos recebidos serem transformados em tarefas executadas da melhor maneira, ouvir, escutar, aprender com o fora do namoro recheado de muito ciúme, batizar o momento pré com pensamento cauteloso, para o momento pró, não ser tornar um segundo arrependido.
Maduro é o seu avô ou professor, ou ainda um profeta, um ancião ou qualquer cabelo branco que passe pela rua: Pronto, está descrito uma péssima homenagem a maturidade; percebam - ser feliz é ser maturo, procurar todo tempo pela felicidade, provavelmente não seja, ter saúde é ser maduro, desperdiçar sua vida é apenas um jovem aprendizado. Pontes são maduras, árvores são maduras, acreditar na fé é ser maduro, a ponto de não precisar tocar para saber e ver para crer. Uma alma madura espalha pureza, sabedoria, dissemina ódio e ouve música, lenta ou rápida, pesada ou leve o bastante para ser um envolto de olhar de criança maduro o bastante para saber que precisa ser criança.

domingo, 11 de novembro de 2012

APEGO POR ESCREVER

Faz algum tempo que nada escrevo, não sei bem o motivo a cura para isso, quem sabe não seja melhor assim.
Em algum tempo, fiz tentativas para escrever sem ter dado grande fruto, me tentei a pensar na minha impulsão por originalidade, achei que pudesse dedilhar com facilidade,  entretanto, escrever sem emoção, sem provocar um bom hábito, uma emoção, uma oportunidade, não vejo o devido sentido.
Escrever e ler; e saber e gostar de aprender, salvo intelectualmente o caso, parece ser tão deslumbrador como a nova nota para o músico e as novas notas para o jogador viciado.
Escrever é ler, a si mesmo, me sinto assim, mesmo morto por dentro, quando acho que a criatividade não vem, no entanto, ela, de maneira alguma precisa ser uma professora assídua, pode ser uma aluna, uma ajudante dotada de algum talento. Precisa de talento para entender seu coração. Precisa para provocar seu pensamento, que tem uma verdadeira parcela de culpa na sua leitura, no seu saber, por isso, a alquimia dessas fórmulas formam uma maravilhosa  página.
É forte demais,  uma só vontade motivada de pura inspiração é capaz de ajustar letra por letra perdida em vários locais, palavras meramente soltas e reuni-las em composições de um teatro escrito, em uma notícia, e no melhor, no mais saboroso livro. Este, que de letra em letra em comunhão lhe causa indiferença, aflição e choro. É permitido entrar no mundo da alma literária de forma anônima, sem as cores de um pincel, sem uma máquina moderna ou um dicionário farto ao seu lado, pois sim - perceba - pode-se escrever errado de vez em quando. Não recomendado? Claro..claro.
Pratico, por insistência, não para agradar, e por vontade e paixão, é claro, esse modo de propor um sorriso meigo ou vontade de mais; coloco aqui mundos e vidas, visões e morte, essa ultima, com pouco assunto..Hã!, esqueci, escrevo pouquíssimo sobre amor também. 
Voltando a morte acima, poucas postagens não por medo, e sim por escuridão, o que sei sobre ela, ouvi, o que senti quando me aproximei, frio; o que penso sobre a tal; sem medo. De qualquer forma, sei pouco, vivo longe o bastante dela para não tentar a aproximação. Após sua chegada, por vezes inesperada a alguém bom e jovem, uma ruim surpresa, creio que por aí se vai seu e meu apego a uma vasta leitura e uma grande escritura sobre morte, bastam por aqui as bíblias e evangelhos.  
E pelo amor...bem lembrado, minha pouca escritura se faz pois o carrego em grande quantidade dentro de mim em meu coração, se faz o suficiente.
Reatando sobre escrever, finalmente extinguo minha vontade aqui, espero ter mais chance daqui a frente, com mais amor e distante da morte.



segunda-feira, 15 de outubro de 2012


Fazemos parte do urbano quando despertamos.
Fazemos parte do urbano quando apertamos o botão do relógio.
Fazemos parte do urbano quando nos escondemos da chuva gelada debaixo de uma velha marquise, e algum tempo depois, nos molhamos por inteiro no chuveiro quente do refúgio daquele lar urbano.
Fazemos parte do urbano quando enviamos um beijo virtual ou por trás do transparente vidro das salas proibidas do escritório, emanando aquela vontade matura e pura, não urbana, porem inserida em você de um jeito plano e opaco tornado esse sentimento meramente urbano para quem gostamos.
Fazemos parte do urbano quando nos tornamos pessoas feias, como as outras, mesmo não querendo ser,  por assim dizer, todavia, os meios transformando o início e o fim, essa é a maneira urbana.
Fazemos uma pequena parte do meio urbano ao chegar em lugares e sermos ou rejeitarmos alguém, talvez por medo do desconhecido, talvez por timidez ou solidão, o urbanismo humano nos deixa isolados, tristes e muitas vezes desertos em ilhas.
Fazemos e somos a grande parte do urbano em ter por característica o orgulho de viver e criar seus filhos em um local  perigoso, barulhento, dotado de violência em modo amplo, porem com boas oportunidades de emprego para termos melhor qualidade de vida, comprar coisas mais caras e aí e daí, cair na inversão de valores: comprar, poder comprar, usufruir, por pouco tempo, tempo de vida roubada por quem quer o que é seu, o que lhe deram oportunidade de ter, o recebimento por ter uma vida feliz no meio urbano, uma ilusão do homem urbano.
Fazemos parte do urbano ao jogar uma inocência fora, o não acreditar e na mentira já incluída, como sódio, em cada ingrediente da receita urbana do meio de vida urbano, fazemos parte de um meio urbanizado, não civilizado, palavras parecidas em sentido geral, porem Oriente e Ocidente no sentido de consequências.
Fazemos parte do urbano, que hoje não é um sujeito pacato, não é o Sr. Urbano, não, hoje o meio urbano é  a idolatria em uma nota de cem, é a vida levada rápida e as escondidas, apenas por motivos fúteis, como gostam de dizer os bacharéis. Uma vida urbana é movida ao sustento de bens, não de se querer bem, é baseada na proteção do seu, mesmo não sabendo ainda quem quer desproteger o seu, não importa. Proteger é a parte importante de ser urbano, parte importante do comportamento na vida social, sorrir sem querer, amar sem vontade, chorar por descuido alheio, borrar o belo e colocar ma fé na fé, enfim, tipicidades urbanas.
O comportamento urbano tornar-se menos humanizado a cada dia. Isso, assim, dessa maneira urbana de ser. 

sexta-feira, 12 de outubro de 2012





" Quando crianças, nós não conhecemos limites. Num curto período de tempo, aprendemos a falar sem nunca antes termos falado coisa alguma. Aprendemos a andar com nossos membros frágeis para explorar o mundo sem nunca antes termos dado um passo sequer. Aprendemos a observar, a reconhecer, a alegrarmo-nos, a sofrer, e continuarmos nossas experiências de explorações e descobertas. 
Quando crianças, conseguimos tudo isso, sim, por que temos o apoio de todos que nos cercam, mas principalmente por que em nenhum momento nós pensamos que não somos capazes. 
É como se movesse dentro de nós o Espírito do Mago, que conhece e domina todos os aspectos do mundo. O Mago sabe que tudo lhe é possível, por que tudo provém apenas de sua vontade. Assim, o Mago apenas deseja, quer, tenta e, irremediavelmente, consegue. Somos todos Magos quando crianças, mas aos poucos vamos perdendo nossa magia, entregando-a ao acaso toda vez que duvidamos de nós mesmos. 
Então é preciso notar que para realizar maior parte da coisas que desejamos, precisamos recuperar a magia da infância, precisamos recuperar o Mago que há dentro de nós, e fazer valer a crença de que confiando exclusivamente em nós mesmos, podemos ultrapassar qualquer fronteira! "