SOCIALIZANDO

SOCIALIZANDO
UM CARA PARECIDO COMIGO!

domingo, 11 de novembro de 2012

APEGO POR ESCREVER

Faz algum tempo que nada escrevo, não sei bem o motivo a cura para isso, quem sabe não seja melhor assim.
Em algum tempo, fiz tentativas para escrever sem ter dado grande fruto, me tentei a pensar na minha impulsão por originalidade, achei que pudesse dedilhar com facilidade,  entretanto, escrever sem emoção, sem provocar um bom hábito, uma emoção, uma oportunidade, não vejo o devido sentido.
Escrever e ler; e saber e gostar de aprender, salvo intelectualmente o caso, parece ser tão deslumbrador como a nova nota para o músico e as novas notas para o jogador viciado.
Escrever é ler, a si mesmo, me sinto assim, mesmo morto por dentro, quando acho que a criatividade não vem, no entanto, ela, de maneira alguma precisa ser uma professora assídua, pode ser uma aluna, uma ajudante dotada de algum talento. Precisa de talento para entender seu coração. Precisa para provocar seu pensamento, que tem uma verdadeira parcela de culpa na sua leitura, no seu saber, por isso, a alquimia dessas fórmulas formam uma maravilhosa  página.
É forte demais,  uma só vontade motivada de pura inspiração é capaz de ajustar letra por letra perdida em vários locais, palavras meramente soltas e reuni-las em composições de um teatro escrito, em uma notícia, e no melhor, no mais saboroso livro. Este, que de letra em letra em comunhão lhe causa indiferença, aflição e choro. É permitido entrar no mundo da alma literária de forma anônima, sem as cores de um pincel, sem uma máquina moderna ou um dicionário farto ao seu lado, pois sim - perceba - pode-se escrever errado de vez em quando. Não recomendado? Claro..claro.
Pratico, por insistência, não para agradar, e por vontade e paixão, é claro, esse modo de propor um sorriso meigo ou vontade de mais; coloco aqui mundos e vidas, visões e morte, essa ultima, com pouco assunto..Hã!, esqueci, escrevo pouquíssimo sobre amor também. 
Voltando a morte acima, poucas postagens não por medo, e sim por escuridão, o que sei sobre ela, ouvi, o que senti quando me aproximei, frio; o que penso sobre a tal; sem medo. De qualquer forma, sei pouco, vivo longe o bastante dela para não tentar a aproximação. Após sua chegada, por vezes inesperada a alguém bom e jovem, uma ruim surpresa, creio que por aí se vai seu e meu apego a uma vasta leitura e uma grande escritura sobre morte, bastam por aqui as bíblias e evangelhos.  
E pelo amor...bem lembrado, minha pouca escritura se faz pois o carrego em grande quantidade dentro de mim em meu coração, se faz o suficiente.
Reatando sobre escrever, finalmente extinguo minha vontade aqui, espero ter mais chance daqui a frente, com mais amor e distante da morte.



Um comentário:

  1. Passando para fazer anotações no Diário e agradecer o comentário lá no Travessia.
    Um grande abraço.

    ResponderExcluir