SOCIALIZANDO

SOCIALIZANDO
UM CARA PARECIDO COMIGO!

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Procure um natal novo, melhor, mais humano, com um toque especial para esse ano, procure, vá!
Não esqueça de adicionar a procura seu novo ano, procure um ano melhor, com menos perdas boas e maiores ganhos bons, procure, siga.
Amenize apenas, não apague as memórias de quem está longe, fixe e guarde, mesmo em outro ano, outro natal, o gosto de uma ótima lembrança não precisa ser procurado, apenas recordado.
Encontre o seu natal perfeito, encontre um início de ano perfeito, vivo, na construção da conclusão. Conclua promessas e planos, encontre a satisfação nisso, é uma regra de se sentir melhor. Procure uma pessoa melhor no espelho, procure uma pessoa melhor a seu lado, ou procure um trabalho melhor, procure encontrar.
Procure na internet ou em Deus seu par, procure quem se perdeu de você ainda que seja você mesmo; procure por meios remotos o reencontro consigo mesmo, procure uma nova lição, por doação ou dever. 
Procure mais grana, com trabalho, de preferência honesto, não é? Tudo fica mais fácil com dinheiro, entretanto, procure fazê-lo encontrar em você um bom utilizador, livre-se da futilidade consumista.
Procure a fé, procure a paz ; Já dores ? Encontrar irá,todavia, com as primeiras irá encontrar o alívio necessário para o encontro inevitável.
Procure ser do bem, pensar o bem, fuja do mal, de fazer o mal, de pensar em alguém como se não fosse você.
Livre-se da ideia que pode se viver sozinho no mundo, não, não pode, algo estará sempre a seu lado, procure por isso, procure fazer o que tem que ser feito de modo a ser o bem feito.
Procure deixar o retrovisor da vida sem seu olhar contínuo, olhe a frente, procure uma nova história, mas procure hoje, agarre, encontre e mude, um novo momento está bem perto. Busque!

LUZ E PAZ EM 2013

segunda-feira, 26 de novembro de 2012



Na maturidade

É até engraçado o "pré - maduro ", não, não norteio pela parte da fruta madura, e sim pela parte da "madures" humana: Maturidade que vem somente com a idade; maturidade é a expressão nobre de que até um determinado ponto da vida se sobreviveu aquilo que se viveu.Um ponto nobre, de ponto de vista duvidoso pelo mais jovens, que acham , diga-se de passagem , que chegaram a maturidade aos 18 anos anos ou menos, em cima de seus skates ou na compra do docinho escolar para menina bonita da classe. A maturidade aos 18 anos ou aos 20 e 25, somente se concretiza no mínimo aos 30. Exceções? Claro, muitas se tem, muitas serão encontradas, novas experiências estão por vim,,,Enfim, há maturidade a pequena idade, mesmo ainda estando por madurar.
A maturidade é uma média engraçada, uma parte da vida que se prolonga por indagações e divagações, sobre religião, amor, o por que de ser existir, o motivo da profissão escolhida, a existência e a verdadeira imagem de Jesus, e em maior parte " a morte ".
 Indagações tão diferentes de idades anteriores existe na maturidade, faz algumas pessoas ficarem chatas, não entendo ainda muito bem esse motivo, outras alegres e libertas, se sentem novas jóias, bobas moçinhas em alguns casos. De certo, ser maduro não é de maneira alguma ser mais velho, talvez, em parte, um pouco mais responsável ou irresponsável em versões universais. Maturidade é um julgamento mais calmo, uma raiva contada até dez, perde-se em força muscular e acende uma visão alem do alcance. 
Acredito que não se deve colocar em tapas a discussão com alguém que por dentro já se sinta maduro, quem sabe a pessoa se sinta pronta; resta saber o pronto se dará para o quê? Vida, estudo, filhos, ganhos de dinheiro....não, não, maturidade tem a ver com conselhos recebidos serem transformados em tarefas executadas da melhor maneira, ouvir, escutar, aprender com o fora do namoro recheado de muito ciúme, batizar o momento pré com pensamento cauteloso, para o momento pró, não ser tornar um segundo arrependido.
Maduro é o seu avô ou professor, ou ainda um profeta, um ancião ou qualquer cabelo branco que passe pela rua: Pronto, está descrito uma péssima homenagem a maturidade; percebam - ser feliz é ser maturo, procurar todo tempo pela felicidade, provavelmente não seja, ter saúde é ser maduro, desperdiçar sua vida é apenas um jovem aprendizado. Pontes são maduras, árvores são maduras, acreditar na fé é ser maduro, a ponto de não precisar tocar para saber e ver para crer. Uma alma madura espalha pureza, sabedoria, dissemina ódio e ouve música, lenta ou rápida, pesada ou leve o bastante para ser um envolto de olhar de criança maduro o bastante para saber que precisa ser criança.

domingo, 11 de novembro de 2012

APEGO POR ESCREVER

Faz algum tempo que nada escrevo, não sei bem o motivo a cura para isso, quem sabe não seja melhor assim.
Em algum tempo, fiz tentativas para escrever sem ter dado grande fruto, me tentei a pensar na minha impulsão por originalidade, achei que pudesse dedilhar com facilidade,  entretanto, escrever sem emoção, sem provocar um bom hábito, uma emoção, uma oportunidade, não vejo o devido sentido.
Escrever e ler; e saber e gostar de aprender, salvo intelectualmente o caso, parece ser tão deslumbrador como a nova nota para o músico e as novas notas para o jogador viciado.
Escrever é ler, a si mesmo, me sinto assim, mesmo morto por dentro, quando acho que a criatividade não vem, no entanto, ela, de maneira alguma precisa ser uma professora assídua, pode ser uma aluna, uma ajudante dotada de algum talento. Precisa de talento para entender seu coração. Precisa para provocar seu pensamento, que tem uma verdadeira parcela de culpa na sua leitura, no seu saber, por isso, a alquimia dessas fórmulas formam uma maravilhosa  página.
É forte demais,  uma só vontade motivada de pura inspiração é capaz de ajustar letra por letra perdida em vários locais, palavras meramente soltas e reuni-las em composições de um teatro escrito, em uma notícia, e no melhor, no mais saboroso livro. Este, que de letra em letra em comunhão lhe causa indiferença, aflição e choro. É permitido entrar no mundo da alma literária de forma anônima, sem as cores de um pincel, sem uma máquina moderna ou um dicionário farto ao seu lado, pois sim - perceba - pode-se escrever errado de vez em quando. Não recomendado? Claro..claro.
Pratico, por insistência, não para agradar, e por vontade e paixão, é claro, esse modo de propor um sorriso meigo ou vontade de mais; coloco aqui mundos e vidas, visões e morte, essa ultima, com pouco assunto..Hã!, esqueci, escrevo pouquíssimo sobre amor também. 
Voltando a morte acima, poucas postagens não por medo, e sim por escuridão, o que sei sobre ela, ouvi, o que senti quando me aproximei, frio; o que penso sobre a tal; sem medo. De qualquer forma, sei pouco, vivo longe o bastante dela para não tentar a aproximação. Após sua chegada, por vezes inesperada a alguém bom e jovem, uma ruim surpresa, creio que por aí se vai seu e meu apego a uma vasta leitura e uma grande escritura sobre morte, bastam por aqui as bíblias e evangelhos.  
E pelo amor...bem lembrado, minha pouca escritura se faz pois o carrego em grande quantidade dentro de mim em meu coração, se faz o suficiente.
Reatando sobre escrever, finalmente extinguo minha vontade aqui, espero ter mais chance daqui a frente, com mais amor e distante da morte.



segunda-feira, 15 de outubro de 2012


Fazemos parte do urbano quando despertamos.
Fazemos parte do urbano quando apertamos o botão do relógio.
Fazemos parte do urbano quando nos escondemos da chuva gelada debaixo de uma velha marquise, e algum tempo depois, nos molhamos por inteiro no chuveiro quente do refúgio daquele lar urbano.
Fazemos parte do urbano quando enviamos um beijo virtual ou por trás do transparente vidro das salas proibidas do escritório, emanando aquela vontade matura e pura, não urbana, porem inserida em você de um jeito plano e opaco tornado esse sentimento meramente urbano para quem gostamos.
Fazemos parte do urbano quando nos tornamos pessoas feias, como as outras, mesmo não querendo ser,  por assim dizer, todavia, os meios transformando o início e o fim, essa é a maneira urbana.
Fazemos uma pequena parte do meio urbano ao chegar em lugares e sermos ou rejeitarmos alguém, talvez por medo do desconhecido, talvez por timidez ou solidão, o urbanismo humano nos deixa isolados, tristes e muitas vezes desertos em ilhas.
Fazemos e somos a grande parte do urbano em ter por característica o orgulho de viver e criar seus filhos em um local  perigoso, barulhento, dotado de violência em modo amplo, porem com boas oportunidades de emprego para termos melhor qualidade de vida, comprar coisas mais caras e aí e daí, cair na inversão de valores: comprar, poder comprar, usufruir, por pouco tempo, tempo de vida roubada por quem quer o que é seu, o que lhe deram oportunidade de ter, o recebimento por ter uma vida feliz no meio urbano, uma ilusão do homem urbano.
Fazemos parte do urbano ao jogar uma inocência fora, o não acreditar e na mentira já incluída, como sódio, em cada ingrediente da receita urbana do meio de vida urbano, fazemos parte de um meio urbanizado, não civilizado, palavras parecidas em sentido geral, porem Oriente e Ocidente no sentido de consequências.
Fazemos parte do urbano, que hoje não é um sujeito pacato, não é o Sr. Urbano, não, hoje o meio urbano é  a idolatria em uma nota de cem, é a vida levada rápida e as escondidas, apenas por motivos fúteis, como gostam de dizer os bacharéis. Uma vida urbana é movida ao sustento de bens, não de se querer bem, é baseada na proteção do seu, mesmo não sabendo ainda quem quer desproteger o seu, não importa. Proteger é a parte importante de ser urbano, parte importante do comportamento na vida social, sorrir sem querer, amar sem vontade, chorar por descuido alheio, borrar o belo e colocar ma fé na fé, enfim, tipicidades urbanas.
O comportamento urbano tornar-se menos humanizado a cada dia. Isso, assim, dessa maneira urbana de ser. 

sexta-feira, 12 de outubro de 2012





" Quando crianças, nós não conhecemos limites. Num curto período de tempo, aprendemos a falar sem nunca antes termos falado coisa alguma. Aprendemos a andar com nossos membros frágeis para explorar o mundo sem nunca antes termos dado um passo sequer. Aprendemos a observar, a reconhecer, a alegrarmo-nos, a sofrer, e continuarmos nossas experiências de explorações e descobertas. 
Quando crianças, conseguimos tudo isso, sim, por que temos o apoio de todos que nos cercam, mas principalmente por que em nenhum momento nós pensamos que não somos capazes. 
É como se movesse dentro de nós o Espírito do Mago, que conhece e domina todos os aspectos do mundo. O Mago sabe que tudo lhe é possível, por que tudo provém apenas de sua vontade. Assim, o Mago apenas deseja, quer, tenta e, irremediavelmente, consegue. Somos todos Magos quando crianças, mas aos poucos vamos perdendo nossa magia, entregando-a ao acaso toda vez que duvidamos de nós mesmos. 
Então é preciso notar que para realizar maior parte da coisas que desejamos, precisamos recuperar a magia da infância, precisamos recuperar o Mago que há dentro de nós, e fazer valer a crença de que confiando exclusivamente em nós mesmos, podemos ultrapassar qualquer fronteira! "

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

DESABAFO


Deus lhe pague...
Agradeço sim por suportar a minha inocência, meu carinho enrolado em espinhos e minhas espinhas mal curadas.
Obrigado por me ensinar como são aquelas coisas, me ajudar a ser mais safo, mais rápido no jeito de tocar, com mais habilidade na fala, na conquista, no olhar. Sim, agradeço sempre por me fazer assim.
Obrigado por me ajudar com o meu frio e contraditório banho, nossa como era chato aquilo ( criança pensa assim ). Obrigado pela massagem nas costas, coisa boa de se viver.
Consegui ser assim e agradeço pelo toques me doado, pelas farras que dividimos juntos, pelas conversas de bar, pelos planos não cumpridos e os cumpridos, na verdade, na maioria não cumpridos. Fomos fortes juntos em vários momentos, quanta diversão e problemas enfrentados. Fúria, choro, choro por alegria, fúria sem razão, alegria desesperadora, gargalhadas descontroladas. Obrigado por esses pedaços doados de vida.
Obrigado por me envolver nas suas mentiras, de deixar eu participar de loucuras camufladas em verdades perigosas, obrigado por me ajudar a ver a verdade e a mentira nos olhos de um cego, por me dizer tantos palavrões e desaforos atirados de forma rápida e indefensável, fazendo assim eu ser maior, menos interrompido em dizer o que penso, de que modo, em qual direção, cada pedaço vivido, foi vivido.
Mais um vez lhe desejo o melhor do mundo, pois lhe digo obrigado por todo tempo, um tempo meu, que me participou e esculpiu um estilo de vida, uma nova versão de ser humano, nos tropeços me ajudou a não ir por aquele caminho novamente, nas burradas, me fez perceber que nem tudo é da maneira que eu pensava - doce jovem - Obrigado por fazer o algodão doce da vida se desfazer e me trazer, não o amargo, não o fel, mas o mel real, o mel explicativo que nem tudo é doce, é fácil, aliás, me mostrou que seguidamente tudo é mais complicado do que parece ser, mesmo não tendo tanta enfase uma situação, uma cena, o que é inseto, pode ser tornar um gigante, e o rio, mesmo durante anos de corrente somente para um lado, se inverte em questão de segundos, e sua vida segue com ele sem destino se não tiver as rédias em suas mãos.
Deus lhe pague pela permissão do agradecimento diário, por novos amigos e inimigos - aprendemos com esses, e somos abençoados por aqueles; obrigado  pela saúde, por ver a morte passar ao lado e eu estar bêbado, sem pernas, camuflado em um beco escuro, com a expressão branda, e ela se enganar, seguir, não me ver, deixar para outro seguinte e eu ainda ficar por aí, sorridente, jogando, bebendo, freando os ímpetos, ajudando o próximo, sendo quem eu nunca pensei ser, cuidando de coisas que eram contra aos meus princípios.
O que hoje faço com tudo que me ensinou? Apenas, silencio, coloco em uma caixa, abro diariamente, pego o sumo da experiência que me restou, vejo no que me transformaram e alivio meu peito em mais uma respiração.       Obrigado vida minha pela minha vida



domingo, 26 de agosto de 2012



CURTO VÍCIO

Em algumas horas da madrugado eu ando, largado, jogado, de calça apenas, descalço, opaco e frio, louco e oprimido, sem destino e rota, afinal quem mais se importa comigo? Chegar ao ponto que estou  é lamentável, o meu estado físico, minha pele, meus olhos intimidam meu espelho.Crises, convulsões, agora são parte de minha rotina, meu dia a dia é perseguido e amamentado por esses fantasmas.
Em verdade eu digo que era melhor está contando sobre amor, cães e pasto verde, mas hoje tenho que explicar a mim mesmo o que afetou minha alma: O apocalipse ou o capitalismo ( puta consumista ). Tão novo, tão puro no nascimento, e nesse momento, nessa madrugada, nesse passo chuvoso e invisível, um fantasma impuro, de luz negra e febril...febril de tristeza e droga branca, um pesadelo que não se acorda, um vício.
Ao contar do início me lembro, recosto meu corpo sujo nesse barraco podre e me lembro. Um começo infantil, brincalhão, de risadas, viagens a mundos diferentes e apenas fome por comida e erva, uma leveza angelical me dominava, até porque não assimilava o mal que tudo podia fazer, já que era, o consumo, tão confortante.
Meu nerônios ferviam, a sede, a água, não era suficiente para saciar a retenção de líquidos para me manter imaculado. Perdas foram em sequência, trampo, dinheiro, bens e parentes, o motivo? Desgostos,sofrimento,derrota para o que era proibido e destrutivo. Patrocinava a minha falência em cada noite de consumo, em cada mão estendida a mim e respondida com renuncia á assistência.
Das pessoas que conseguiram permanecer junto a mim, somente sobrarão quem tinha o elo dentro de um cachimbo, nossas vidas se misturavam nessa troca labial, e soltávamos em fumaça os acelerados segundos do inevitável encontro com o negro, com a experiência de não quase morte, entretanto certa.
O terrorismo, a mudança climática ou a ameaça da tempestade solar, dependem da intervenção de um contexto, de várias forças unidas em busca de um objetivo. Meu vício dependia da minha vontade, da minha fé e cabeça, enquanto não conseguia administrá-lo tinha que o mante-lo vivo dentro de mim para poder viver, uma coisa dependia da outra. Fazia o que tinha que ser feito para continuar a cadência do isqueiro acendendo menos uma hora de respiração ou perdurar na trilha formada pela pureza branca da droga que me levava ao final de uma outra curta trilha de vida.
Talvez Deus ainda um dia possa me perdoar, acreditando nas palavras  bíblicas, me afastando do Diabo e correndo mesmo que seja de costas para a recuperação do meu tempo. Preciso com Deus transfundir sua clemência para dentro do meu coração, quem sabe assim todo o veneno consumido saia, me deixe, volte a normalizar o tremor que tenho nas mãos e a deixe firme para segurar a bíblia. Provei de algo que me trouxe faíscas de êxtase e fogueira de dor, quase apagou sem eu perceber uma chama forte: amor a vida!
Pra quem nunca passou por isso, nem inicie, do meio ao fim é trágico.
Cuide de sí!